O que é o formato e por que ele muda
O formato define como a mediação acontece na sua equipe. Um encontro único, uma rotina modular ou um programa intensivo. Costuma ser escolhido no início. Raramente é revisado depois.
Isso importa porque o formato ideal não é fixo. Depende do momento da equipe. Um formato bom para uma equipe pequena pode não ser o melhor um ano depois.
Encontro único: quando costuma fazer sentido
O encontro único reúne o essencial num só momento. É o ponto de partida para equipes menores. Com poucos atritos registrados. Simples e direto.
O ponto de atenção aparece quando a equipe cresce, ou muda de escala de plantão. Um encontro isolado tem alcance limitado. Um atrito recorrente muda a conta rápido. Esse tipo de mudança costuma passar despercebido, sem uma revisão periódica dedicada.
Ponto de atenção
O formato não deveria ser escolhido por indicação de outra equipe. Duas equipes de saúde podem ter rotina e porte bem diferentes.
Rotina modular: quando costuma fazer sentido
A rotina modular organiza a mediação em módulos recorrentes. Pensados para o atrito mais comum da equipe. Faz sentido para quem já passou do encontro único.
A desvantagem é a rotina. Mais encontros do que o formato único. Um ritmo que precisa entrar na escala de plantão.
Programa intensivo: quando costuma fazer sentido
O programa intensivo cuida da equipe de forma contínua. Com ajustes conforme a rotina muda. Vale para atrito mais sério ou equipe recém-formada.
É o formato mais exigente dos três. Mais pontos de atenção no calendário. Mais espaço para agir antes de virar problema maior.
Sinais de que vale revisar o formato atual
Alguns sinais aparecem antes de um atrito maior. A equipe mudou de tamanho. A escala mudou. Ou simplesmente ninguém revisa isso há mais de um ano.
Nenhum sinal sozinho significa que o formato está errado. Mas juntos, já justificam uma revisão.
Como a Mediação Colaborativa ajuda nessa decisão
O diagnóstico da equipe parte do tamanho, da escala de plantão e do tipo de atrito mais comum. Indica se o formato atual ainda é o mais adequado. E, se não for, mostra o que muda ao trocar. A decisão final é sempre da equipe, junto com a coordenação responsável. O diagnóstico existe para decidir com informação, não por hábito.
Não sabe se o formato atual ainda serve para sua equipe?
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